Ir direto para o menu de acessibilidade.
Início do conteúdo da página

Trabalho da pós-graduação do campus Petrópolis analisa os desafios do assistencialismo na Educação Infantil

Publicado em 09/10/2026 19:49|Acessos: 17

Na próxima terça-feira, 13 de outubro, a aluna Aline Maria Heinen, do Programa de Pós-Graduação lato sensu em Práticas, Linguagem e Ensino na Educação Básica do campus Petrópolis, realizará a defesa de seu trabalho de conclusão de curso. Intitulada “Narrativas de professoras de educação infantil frente aos riscos de assistencialismo: desafios e potencialidades”, a apresentação será realizada às 10h, pela plataforma Microsoft Teams.

Os interessados em participar devem solicitar o link de acesso pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

·        Resumo do trabalho

O presente trabalho visou a analisar se o carácter assistencialista, marco das primeiras instituições escolares, faz-se presente na atualidade dentro da rotina dos Centros de Educação Infantil. E de que forma essas demandas afetam a prática docente.

Nesse contexto, foi abordado como a Educação Infantil passou a ser reconhecida como parte integrante da educação básica, além das políticas públicas que garantem esse direito e regulamentam essa etapa.

 O principal objetivo consistiu em investigar como o papel do assistencialismo influencia a prática docente e quais são as suas implicações na formação de professores.

A metodologia caracterizou-se como uma pesquisa qualitativa, desenvolvida por meio da pesquisa documental para a análise histórica e das políticas públicas acerca da Educação Infantil, e de entrevistas semiestruturadas para a coleta de dados.

A pesquisa possuiu como fundamentação teórica as políticas públicas educacionais para a educação infantil; Marly Motinho (2021) e Philipe Ariès (1981) ao analisar a infância e o surgimento das primeiras instituições escolares: as “creches”; A lei 15.326 de 2026 e Paulo Freire (1996) ao abordarem sobre o reconhecimento e a valorização dos profissionais da Educação Infantil; e em Elaine de Castro (2022) e Arilda Godoy (1995) ao abordarem sobre a importância da pesquisa qualitativa na obtenção de dados que não podem ser quantificados abordando contextos sociais; além de outros autores que fundamentam a pesquisa.

Os resultados evidenciam que o caráter assistencialista se perpetuou ao longo dos anos e afeta significativamente a rotina dos Centros de Educação Infantil, visto que as demandas assistencialistas ocupam a centralidade das ações educacionais nesses espaços; portanto para a superação do caráter meramente assistencialista na Educação Infantil faz-se necessário a construção de uma parceria sólida entre a escola a família e a sociedade bem como a valorização dos profissionais e da educação infantil fatores essenciais para a construção de uma sociedade mais democrática, justa e emancipatória.

 

 

Fim do conteúdo da página